Brasil e Argentina ficam no 0 a 0.
Em um jogo muito pobre tecnicamente, Brasil e Argentina não saíram do 0 a 0 nesta quarta-feira, no Estádio do Mineirão. A partida foi válida pela sexta rodada das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2010.
A atuação ruim no Mineirão deixa o técnico Dunga ainda mais pressionado. Revoltada, a torcida brasileira perdeu a paciência durante o segundo tempo e pediu mudanças na comissão técnica.
O resultado é melhor para os argentinos, que ficam na segunda colocação das Eliminatórias Sul-Americanas com 11 pontos. Já o Brasil amarga uma seqüência de duas apresentações sem vitória na competição e fica com apenas nove, em quarto lugar. Os pentacampeões ainda podem ser ultrapassados por Venezuela ou Chile, que se enfrentam nesta quinta-feira.
Na próxima rodada, a Seleção Brasileira vai tentar a reabilitação fora de casa diante o Chile, em Santiago. Já a Argentina enfrenta o Paraguai, em Buenos Aires. As Eliminatórias Sul-Americanas seguem no mês de setembro.
O jogo
Considerado um dos maiores clássicos do futebol mundial, Brasil e Argentina fizeram uma partida digna de segunda divisão nesta quarta-feira. Como vinham de tropeços na última rodada das Eliminatórias, a torcida que lotou o Mineirão esperava que os times buscassem a vitória desde o início.
Mas não foi o que aconteceu. Consistência defensiva não faltou aos times. Poucas chances de gol foram criadas de parte a parte, mostrando imensa superioridade dos zagueiros em relação aos atacantes.
O primeiro ataque com certo perigo foi da Argentina. Gutierrez, que substituiu Maxxi Rodrigues na ala-esquerda, cruzou na cabeça de Julio Cruz, que finalizou nas mãos de Júlio César.
Robinho quase marca duas vezes
A partida continuou meio arrastada, com muitos passes errados. Depois dos 20 minutos de jogo, o time de Dunga reagiu e chegou duas vezes com muito perigo. Na primeira jogada, Robinho tocou a bola por entre as pernas do defensor argentino e chutou para defesa parcial de Abbondanzieri. No rebote, Júlio Baptista chutou em cima do goleiro argentino, desperdiçando o lance.
Um minuto depois, o mesmo Robinho recebeu dentro da área pela esquerda, driblou Abbondanzieri, mas demorou muito a se decidir e acabou desarmado antes de resolver se iria chutar ou fazer o passe.
Mas depois disto, o ritmo da equipe brasileira voltou a cair e o time não assustou mais o goleiro Abbondanzieri até o intervalo. Para piorar ainda mais, aos 32 minutos, após dividida com Mascherano no meio-campo, Anderson sentiu uma lesão no joelho e cedeu lugar a Diego. Mesmo com a alteração, a Seleção pentacampeã continuou sofrível na questão da criação.
A melhor chance dos primeiros 45 minutos foi da Argentina, já no finalzinho. Messi recebeu com liberdade dentro da área e chutou desviado, para sorte de Júlio César.
Segundo tempo
O segundo tempo começou e parecia que o primeiro nem havia terminado. O ritmo da partida continuava o mesmo. Marcação, faltas duras, muito balão e pouco futebol.
Restaram aos torcedores apenas algumas jogadas individuais de Robinho e Messi. Muito pouco para quem pagou caro na expectativa de ver um grande espetáculo no Mineirão.
E as coisas poderiam ficar ainda piores para os brasileiros se Julio Cruz aproveitasse a chance clara que teve aos 11 minutos do segundo tempo, quando recebeu na cara do gol e chutou por cima. A Argentina cresceu na partida e teve outras boas oportunidades, principalmente com Messi em jogadas individuais.
Torcida pede Pato, mas quem entra é Luís Fabiano
Aos 26 minutos, Dunga mostrou que também estava insatisfeito com o ataque brasileiro e sacou Adriano, colocando em campo Luís Fabiano. A torcida, que gritava o nome de Alexandre Pato, vaiou o técnico brasileiro.
No primeiro lance de Luís Fabiano, o ex-atacante do São Paulo aproveitou-se de uma falha de Coloccini e cruzou para Júlio Baptista. De voleio, o brasileiro obrigou Abbondanzieri a se atirar para fazer a defesa.
Vaias aos brasileiros e aplausos ao argentino
Muito vaiado pela torcida, que cantava “Adeus Dunga”, o treinador sacou o jogador Diego, que havia entrado no lugar de Anderson no final do primeiro tempo, e colocou Daniel Alves. Lateral-direito de origem, o jogador contratado recentemente pelo Barcelona entrou para fazer uma função no meio-campo.
A idéia que deu certo na final da Copa América do ano passado, não surtiu efeito desta vez e o Brasil continuou sem inspiração.
Já nos acréscimos, Palácio entrou no lugar do argentino Messi, que foi o único jogador a ser aplaudido pela torcida brasileira.
| BRASIL 0 | ARGENTINA 0 |
|---|---|
| Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Gilberto; Gilberto Silva, Mineiro, Ânderson (Diego depois Daniel Alves) e Júlio Baptista; Robinho e Adriano (Luís Fabiano) | Abbondanzieri; Zanetti, Burdisso, Coloccini e Heinze; Mascherano, Gago, Gutiérrez e Riquelme (Battaglia); Messi (Palacio) e Cruz (Agüero) |
| Técnico: Dunga | Técnico: Alfio Basile |
| Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG) Data: 18 de junho de 2008, quarta-feira Horário: 21h50 (horário de Brasília) Público: 52.527 pagantes Árbitro: Óscar Ruiz (COL) Auxiliares: Wilson Berrío (COL) e Rafael Riva (COL) Cartões amarelos: Juan e Adriano (Brasil); Cruz, Gutiérrez, Mascherano e Gago (Argentina) |
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ClicRBS
Seleção Brasileira perde para o Paraguai
A Seleção Brasileira teve uma atuação apática, neste domingo, e acabou derrotada por 2 a 0 pelo Paraguai, no Estádio Defensores del Chaco, em Assunção, pela quinta rodada das Eliminatórias à Copa 2010. Roque Santa Cruz e Cabañas marcaram os gols do time da casa, que lidera a competição com 13 pontos. Já o Brasil segue na quarta posição com oito pontos.
Como já era esperado, os homens de defesa da equipe canarinho foram os que mais tiveram trabalho no primeiro tempo. O Paraguai impôs uma forte pressão desde os primeiros minutos. O trio ofensivo formado por Haedo, Cabañas e Roque Santa Cruz apresentava boa movimentação em campo. Mesmo assim, o ataque do time da casa parava na competência de Lúcio e Juan e tinha dificuldades para finalizar ao gol.
Do lado oposto, o a Seleção encontrava problemas para furar a marcação no meio-campo adversário. Desta forma, a construção do gol paraguaio foi questão de tempo. O gordinho Cabañas deu o alerta aos 23 minutos, ao mandar no poste um chute disparado da meia-direita.
Apenas três minutos depois, os donos da casa conseguiram abrir o marcador. Em cobrança de escanteio de Barreto, da esquerda, Cabañas deu um toque de calcanhar para Roque Santa Cruz entrar livre na direita e mandar para o fundo das redes - 1 a 0.
No prejuízo, o Brasil até ensaiou uma reação, mas o ataque nacional errava muitos passes nas investidas e os laterais não conseguiam avançar. A melhor oportunidade aconteceu aos 32 minutos. Luis Fabiano entrou pela direita e mandou para a meta paraguaia. Justo Villar não conseguiu segurar, o centroavante tentou outra vez e Robinho veio de trás para arriscar novamente, conseguindo um escanteio para a Seleção, após o camisa 1 paraguaio mandar pela linha de fundo.
Segundo tempo
Na etapa complementar, Dunga sacou Josué e colocou Anderson em busca de mais ofensividade. O Brasil voltou arriscando mais e recebeu uma ajuda: logo aos dois minutos de jogo, Verón fez falta dura por trás em Robinho e levou o segundo amarelo, sendo expulso de campo.
Entretanto, a vantagem numérica acabou anulada apenas dois minutos depois. Em uma cochilada da defesa brasileira, Roque Santa Cruz arrancou em contra-ataque pela esquerda, bateu e Júlio César conseguiu espalmar. Porém, o gordinho Cabañas foi rápido, pegou a sobra e chutou, determinando o 2 a 0 e o placar final da partida.
Com a dupla vantagem no escore, o time do técnico Gerardo Martino nem parecia estar com um a menos em campo. O Brasil ainda tentou impor força ofensiva, com a saída de Mineiro e a entrada de Adriano e a substituição de Diego por Júlio Baptista. Mas não adiantou. A equipe pentacampeã abusava dos lançamentos longos, que não traziam grande perigo à defesa paraguaia.
Ao final da partida, algumas vaias foram ouvidas no Denfesores del Chaco e a torcida brasileira chegou a gritar: “Fora, Dunga”! Pressionada, a Seleção terá responsabilidade redobrada na quarta-feira, quando encara a rival Argentina, no Mineirão, em Belo Horizonte.
| PARAGUAI (2) | BRASIL (0) |
|---|---|
| Villar; Verón, Cáceres, Paulo da Silva e Caniza; Barreto, Santana e Enrique Vera; Haedo (Victor Cáceres), Cabañas (Torres) e Roque Santa Cruz (Cardozo). | Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Gilberto; Gilberto Silva, Mineiro (Adriano), Josué (Anderson) e Diego (Júlio Baptista); Robinho e Luis Fabiano. |
| Técnico: Gerardo Martino | Técnico: Dunga |
| Eliminatórias à Copa de 2010 - Estádio Defensores del Chaco. Local: Estádio Defensores del Chaco, em Assunção (Paraguai). Árbitro: Jorge Larrionda (Uruguai). Assistentes: Pablo Fandiño e Maurício Espinosa, ambos uruguaios. Cartões amarelos: Cáceres (Paraguai), Verón (Paraguai), Juan (Brasil). Cartão vermelho: Verón (Paraguai). |
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Dunga convoca 22 jogadores para amistoso da Seleção Olímpica
O técnico Dunga convocou nesta tarde de quarta-feira 22 jogadores para a disputa de um amistoso da Seleção Olímpica. O Brasil vai enfrentar uma Seleção do Rio de Janeiro, no próximo dia 22 de Junho.
A partida serve de preparação para os Jogos Olímpicos de Pequim 2008, e será disputado no Estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ).
O goleiro Renan, do Internacional, e o zagueiro Léo, do Grêmio, estão entre os convocados. Anderson e Lucas, ex-jogadores do tricolor gaúcho; Rafael Sóbis e Alexandre Pato, ex-colorados, também representam as torcidas do Rio Grande do Sul.
Robinho, do Real Madrid, também foi chamado - confirmando a preferência de Dunga para contar com o atacante entre os três atletas acima de 23 anos permitidos pela organização dos jogos.
Confira a lista, por ordem alfabética:
Diego Alves - Almería
Renan - Internacional
Alex Silva - São Paulo
Alexandre Pato - Milan
Anderson - Manchester United
Breno - Bayern de Munique
Charles - Cruzeiro
Diego - Werder Bremen
Fernandinho - Shakhtar Donetsk
Filipe - La Coruña
Hernanes - São Paulo
Leo - Grêmio
Leonardo - Olympiakos
Lucas - Liverpool
Nei - Atlético Paranaense
Pedro Oldoni - Atlético Paranaense
Ramires - Cruzeiro
Rafael Sobis - Real Bétis
Rafinha - Schalke 04
Robinho - Real Madrid
Thiago Neves - Fluminense
Thiago Silva - Fluminense
CLICRBS
Vexame histórico! Seleção perde pela primeira vez para a Venezuela
Acredite se quiser! Foi um tropeço histórico. Com um futebol burocrático, sem qualquer inspiração, o Brasil perdeu nesta sexta-feira para a Venezuela por 2 a 0, em Boston, nos Estados Unidos. É a primeira derrota da seleção para o rival sul-americano na história. Eram 17 jogos e 17 vitórias brasileiras no confronto. Nunca havia acontecido sequer um empate.
A grande quantidade de torcedores brasileiros que lotou o Gillette Stadium voltou para casa decepcionada. Mas, antes, as 54 mil pessoas presentes vaiaram bastante a equipe comandada por Dunga. Agora, o Brasil terá dois duelos importantes pelos eliminatórias da Copa de 2010 contra o Paraguai, no próximo dia 15, em Assunção, e contra a Argentina, no dia 18, em Belo Horizonte. Os jogadores voltam dos Estados Unidos e se reapresentam nesta terça-feira para iniciar os treinamentos na Granja Comary, em Teresópolis.
O chamado trio de ouro - Robinho, Alexandre Pato e Adriano - não levou o menor perigo para a Venezuela. E durou apenas 45 minutos. A seleção só melhorou quando Diego entrou no intervalo. Mas não foi suficiente para buscar o empate.
Venezuela com pinta de Brasil
No primeiro tempo a impressão era que os times entraram em campo com as camisas trocadas. A Venezuela, com toques rápidos e envolventes, parecia ter mais a cara do futebol verde-amarelo. E o Brasil, sem criatividade e errando muitos passes, estava com jeito de país do segundo escalão do futebol sul-americano.
Aos cinco minutos, a surpresa. Após um escanteio para a seleção brasileira, a Venezuela saiu rápido em contra-ataque. Vargas deu um ótimo passe para o atacante Maldonado, que apesar de estar sozinho contra três defensores brasileiros, partiu livre em velocidade. E na saída de Doni deu um toque sutil por cima do goleiro para marcar: 1 a 0. E pela primeira vez na história de um jogo oficial, a Venezuela saía na frente da seleção brasileira.
Dunga aproveitou a partida para fazer experiências. Trocou nove jogadores em relação ao time que venceu o Canadá por 3 a 2 no primeiro amistoso. Apenas Gilberto e Robinho permaneceram. E o time sentiu bastante o desentrosamento no início da partida. As tentativas brasileiras eram em jogadas individuais. Principalmente de Robinho e Alexandre Pato. Mas os dois estavam pouco inspirados.
O primeiro e único lance de perigo da seleção só aconteceu aos 25 minutos. Adriano ajeitou para Anderson, que chutou rasteiro da entrada da área. A bola passou perto no canto esquerdo do goleiro Vega.
A defesa brasileira jogava em linha. E cada ataque venezuelano assustava. Henrique e Luisão não se acertavam. Rojas foi até a linha de fundo sem ser incomodado por Gilberto e cruzou. A defesa não conseguiu cortar, Daniel Alves ficou só olhando e Arango perdeu um gol feito ao tocar para fora, na pequena área, na cara de Doni. Mas o segundo gol era questão de tempo. Pouco tempo. E foi um golaço. Henrique perdeu a bola na intermediária. Vargas deu um drible espetacular em Luisão - uma pedalada - e chutou rasteiro da entrada da área no canto esquerdo de Doni. E o primeiro tempo terminou com muitas vaias para a seleção brasileira.
- Eles estão marcando muito forte. Temos que nos movimentar mais na frente e tocar a bola mais rápido para tentar furar esse bloqueio - disse Robinho no intervalo ao falar do baixo rendimento da equipe.
Seleção melhora, mas não consegue o empate
Adriano tenta dominar a bola no segundo tempo
Dunga resolveu fazer três alterações no intervalo. Tirou Daniel Alves, que estava muito mal na marcação, e colocou Maicon. Josué entrou no lugar de Gilberto Silva. E Alexandre Pato, figura apagada nos primeiros 45 minutos, saiu para a entrada de Diego. Com isso, Robinho voltou a jogar mais próximo da área, deixando a função de armar para o ex-companheiro de Santos.
- As mudanças não estavam programadas. Foi uma necessidade da partida mesmo. Estava perdendo um pouco o meio-campo. O Robinho estava perdido nesta função no meio, e no ataque ele rende mais - explicou Dunga quando o time voltou para o campo.
No segundo tempo, parece que a seleção brasileira finalmente entrou em campo. Anderson teve a primeira chance aos três minutos. Mas o chute, de dentro da área, saiu torto. Pouco depois foi Robinho que concluiu mal. A bola subiu muito e foi para fora.
Aos 11 minutos, Diego perdeu uma chance inacreditável. Adriano rolou para o meia, que entrou livre na área. O chute saiu rasteiro no canto esquerdo. Vega defendeu com os pés. A bola subiu, e Diego arriscou uma bicicleta. Para o azar brasileiro, a bola bateu na trave e foi para fora.
As chances surgiam, o tempo passava, e o gol não saía. Aos 20 minutos, Robinho fez ótima jogada, tocou para Gilberto, que cruzou rasteiro para Adriano. O atacante tocou sutil para o gol entre os zagueiros, e a bola saiu com perigo pelo canto direito. Foi o último lance de Adriano, que saiu para a entrada de Luis Fabiano.
Um torcedor entrou em campo para abraçar Robinho. Os seguranças precisaram agir rapidamente para contê-lo, e ele deixou o campo preso. O caso esfriou a seleção brasileira. Na última oportunidade, Diego bateu falta da entrada da área para fora aos 32 minutos. No final, o Brasil teve 20 finalizações e não marcou nenhum gol. E a Venezuela, com três, balançou a rede brasileira duas vezes.
Foi a terceira derrota de Dunga no comando da seleção brasileira em 27 jogos (nas vitórias sobre Irlanda -1 a 0 - e Suécia -1 a 0 -, Dunga estava suspenso e não ficou no banco). Antes, o time perdeu para o México, na Copa América, e para Portugal, em um amistoso em Londres. Curiosamente, ambas também por 2 a 0.
- Jogamos mal. Levamos dois gols no primeiro tempo. No segundo melhoramos, mas não conseguimos os gols. Alguns jogadores estavam de férias e sentiram o peso da partida - disse Dunga após a derrota.
Ficha do jogo
| BRASIL 0 x 2 VENEZUELA | |
| Doni; Daniel Alves (Maicon), Henrique, Luisão e Gilberto; Gilberto Silva (Josué), Elano (Mineiro) e Anderson (Rafael Sobis); Robinho, Alexandre Pato (Diego) e Adriano (Luís Fabiano). | Vega, Chacón, Rey, Boada e Jonáy (Fuenmayor); Micky, Rincón (Hernández), Arango (Gonzalez) e Rojas (Lucena); Maldonado (Arismendi) e Vargas (Rondón). |
| Técnico: Dunga. | Técnico: César Farias. |
| Gols: Maldonado aos cinco minutos e Vargas aos 43 minutos do primeiro tempo; | |
| Cartões amarelos: Anderson (Brasil); Chacón e Micky(Venezuela) | |
| Estádio: Gillette Stadium, em Boston, nos Estados Unidos.
Data: 06/06/2008. Árbitro: Jair Marrufo (EUA). Público: 54.045 pagantes |
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Brasil joga mal, mas vence o Canadá por 3 a 2
O Brasil não jogou bem, mas venceu o Canadá por 3 a 2 na madrugada deste domingo (pelo horário de Brasília). O amistoso foi realizado em Seattle, nos Estados Unidos. Os gols brasileiros foram marcados por Diego, Luis Fabiano e Robinho. Friend e Guzman marcaram para o Canadá.